On'yomi e kun'yomi: como saber qual leitura do kanji usar

Todo estudante bate no mesmo muro por volta do quinquagésimo kanji: o caractere que você memorizou como やま aparece dentro de uma palavra e de repente é さん. Nada na forma de 山 anuncia qual leitura se aplica, e o dicionário lista as duas sem dizer quando usar cada uma. Parece arbitrário. Quase nunca é. Duas regras simples preveem a leitura na grande maioria das palavras do dia a dia, um punhado de mudanças de som explica quase todo o resto, e os casos genuinamente irregulares formam uma lista curta que você memoriza em uma tarde. Este guia expõe esse sistema com exemplos resolvidos e termina com a pergunta prática que ninguém responde: o que você faz, exatamente, quando encontra um kanji que não consegue ler?

1. De onde vêm as duas leituras

O Japão teve língua falada muito antes de ter um sistema de escrita. Quando os caracteres chineses chegaram — ao longo de vários séculos, vindos de diferentes regiões da China e em várias levas —, vieram como um pacote: um símbolo escrito, um significado e uma pronúncia chinesa. O japonês absorveu as três coisas, mas de duas maneiras diferentes.

A leitura on'yomi (音読み) é a importada: uma aproximação japonesa de como o caractere soava em chinês. A leitura kun'yomi (訓読み) é a nativa: a palavra japonesa que já existia para aquele significado, colada ao símbolo emprestado. Assim, 山 chegou carregando um som chinês que virou サン, e também ficou grudado à palavra japonesa やま, que estava na língua desde sempre. As duas leituras são igualmente “corretas”; elas simplesmente pertencem a camadas diferentes do vocabulário.

É a mesma divisão com que o português convive, quase sempre sem que a gente perceba. Dizemos “água”, mas o adjetivo técnico é “hídrico”; dizemos “olho”, mas quem opera você é um cirurgião “ocular”; tomamos “leite” e compramos produtos “lácteos”. A palavra do dia a dia chegou pela via popular; a palavra técnica é um termo erudito tomado direto do latim ou do grego. O japonês faz exatamente a mesma coisa com a leitura kun'yomi e a leitura on'yomi, e a diferença de registro se transfere igual: os compostos de on'yomi soam mais formais, mais técnicos e mais abstratos, enquanto as palavras de kun'yomi soam concretas e cotidianas. 水 (みず) é a água que você bebe; 水道 (すいどう) é a rede de abastecimento de água.

Uma convenção tipográfica vai ajudar você a ler os verbetes do dicionário: as leituras on'yomi são escritas por costume em katakana, e as kun'yomi em hiragana. Quando uma obra de referência apresenta 山 como「サン / やま」, ela está dizendo que a primeira é a leitura de origem chinesa e a segunda é a nativa, sem gastar uma única palavra com isso. A mesma convenção aparece em todos os dicionários e tabelas de referência japoneses.

Como os empréstimos aconteceram em levas, um mesmo caractere pode carregar mais de uma leitura on'yomi de épocas diferentes. 明 tem メイ e ミョウ; 人 tem ジン e ニン; 月 tem ゲツ e ガツ; 生 tem セイ e ショウ. Você não precisa aprender qual leva histórica produziu cada som — precisa aprender palavras. Essa ideia volta na seção 8, e é a mais útil de todo este guia.

2. Regra um: dois ou mais kanji juntos costumam significar on'yomi

As palavras compostas feitas de kanji colados diretamente — sem kana entre eles — normalmente levam on'yomi em todas as partes. Esta é a regra que mais trabalha, e cobre uma fatia enorme do vocabulário escrito, porque os compostos sino-japoneses são o jeito que o japonês tem de construir a linguagem técnica, acadêmica e jornalística.

A regra tem uma exceção muito bem-comportada: os compostos nativos, em que dois kanji representam uma palavra que sempre foi japonesa. Eles levam kun'yomi nas duas metades. 手 (て) + 紙 (かみ) dá 手紙 てがみ, “carta”. 花 (はな) + 見 (み) dá 花見 はなみ, “contemplação das cerejeiras em flor”. 山 (やま) + 道 (みち) dá 山道 やまみち, “caminho de montanha”. 昼 (ひる) + 休み (やすみ) dá 昼休み ひるやすみ, “pausa do almoço”. Dá para reconhecê-los quase sempre porque o significado é cotidiano e físico, e não abstrato.

E depois vêm as misturas de verdade, para as quais o japonês tem nome próprio. 重箱読み (じゅうばこよみ) é on + kun: o próprio 重箱 じゅうばこ (uma caixa laqueada de vários andares), 台所 だいどころ (cozinha), 番組 ばんぐみ (programa de televisão). 湯桶読み (ゆとうよみ) é kun + on: 湯桶 ゆとう, 場所 ばしょ (lugar), 手本 てほん (modelo, exemplo), 見本 みほん (amostra). São minoria, mas são palavras frequentes, então trate-as como vocabulário e não como falha da regra.

3. Regra dois: uma cauda de kana significa kun'yomi

Quando um kanji é seguido por hiragana que flexiona — o okurigana (送り仮名) —, você está diante de uma palavra japonesa nativa, e o kanji leva a leitura kun'yomi. Os verbos e os adjetivos funcionam quase sempre assim, e é por isso que se comportam de maneira tão diferente dos substantivos compostos.

O okurigana faz mais do que sinalizar a leitura: ele distingue palavras diferentes escritas com o mesmo caractere. 上 dá 上がる (あがる, subir, intransitivo) e 上る (のぼる, ascender, escalar). 下 dá 下がる (さがる, cair, baixar), 下りる (おりる, descer, saltar de um veículo) e 下さい (ください, por favor). 生 dá 生きる (いきる, viver), 生まれる (うまれる, nascer) e 生える (はえる, nascer, crescer, dito de cabelo ou de plantas). Os kana dizem qual palavra você está lendo, de modo que quem pula o okurigana ao escrever está jogando fora a única desambiguação que este sistema de escrita oferece.

Há um terceiro sinal, mais fraco, que vale conhecer: um kanji sozinho, funcionando como palavra inteira, costuma vir em kun'yomi — 山 やま, 川 かわ, 水 みず, 人 ひと, 花 はな, 手 て. Mas existem vários caracteres soltos que são palavras de on'yomi por direito próprio, sobretudo conceitos abstratos ou importados: 本 ほん (livro) é on'yomi, 駅 えき (estação) é on'yomi, 絵 え (quadro, desenho) é on'yomi, 茶 ちゃ (chá) é on'yomi. Então trate “sozinho = kun'yomi” como um primeiro palpite, não como uma lei.

4. O mesmo kanji nos dois modos — exemplos resolvidos

As regras inspiram mais confiança depois que você as vê funcionando. Aqui estão sete kanji muito frequentes, cada um mostrado em palavras de kun'yomi e em compostos de on'yomi. Leia cada linha da esquerda para a direita e você verá as duas regras fazendo todo o trabalho.

KanjiKun'yomi em usoOn'yomi em uso
人 ひと (pessoa)・一人 ひとり (uma pessoa)日本人 にほんじん (pessoa japonesa)・三人 さんにん (três pessoas)・人口 じんこう (população)
生きる いきる (viver)・生まれる うまれる (nascer)・生ビール なまビール (chope, cerveja de barril)学生 がくせい (estudante)・先生 せんせい (professor)・一生 いっしょう (uma vida inteira)・誕生日 たんじょうび (aniversário)
上 うえ (em cima)・上着 うわぎ (casaco, jaqueta)・上がる あがる (subir)屋上 おくじょう (terraço, cobertura)・以上 いじょう (mais de)・上級 じょうきゅう (nível avançado)
下 した (embaixo)・靴下 くつした (meias)・下りる おりる (descer, saltar)地下 ちか (subsolo)・廊下 ろうか (corredor)・以下 いか (menos de)
日 ひ (dia, sol)・二日 ふつか (dia 2, dois dias)日曜日 にちようび (domingo)・毎日 まいにち (todos os dias)・日記 にっき (diário)
月 つき (lua)・月見 つきみ (contemplação da lua)月曜日 げつようび (segunda-feira)・今月 こんげつ (este mês)・一月 いちがつ (janeiro)・正月 しょうがつ (Ano-Novo)
水 みず (água)・水着 みずぎ (roupa de banho)水曜日 すいようび (quarta-feira)・水道 すいどう (abastecimento de água)・水泳 すいえい (natação)

Pare um momento em 月, porque ele mostra algo que as regras sozinhas não explicam: o mesmo caractere leva ゲツ em 月曜日 e 今月, mas ガツ em 一月 e 正月. As duas são leituras on'yomi, de camadas de empréstimo diferentes, e não há como deduzir qual delas cabe a partir da forma do caractere. 一月 se aprende como palavra.

生 é o caso extremo célebre, e vale encará-lo em vez de desviar dele. Entre suas leituras on'yomi (セイ・ショウ) e suas muitas kun'yomi (い-, う-, は-, なま, き), esse único caractere participa de dezenas de palavras distintas: 学生 がくせい, 先生 せんせい, 生活 せいかつ (vida diária), 人生 じんせい (a vida humana), 一生 いっしょう, 誕生日 たんじょうび, 生きる いきる, 生まれる うまれる, 生える はえる, 生ビール なまビール e o abertamente irregular 芝生 しばふ (gramado). Ninguém memoriza isso como uma lista de leituras. Os falantes nativos conhecem as palavras, e as leituras vêm de brinde. É esse o modelo a copiar.

5. Mudanças de som: o rendaku e o pequeno っ

Boa parte da irregularidade aparente é, na verdade, ajuste fonético regular. Dois processos explicam a maior parte dela.

Rendaku (連濁), a sonorização sequencial. Quando dois elementos se juntam em uma só palavra, a primeira consoante do segundo elemento costuma sonorizar: か→が, さ→ざ, た→だ, は→ば ou ぱ. 花 (はな) + 火 (ひ) vira 花火 はなび, “fogos de artifício”. Mais exemplos, com as palavras de origem à vista:

O rendaku é uma tendência, não uma garantia, e tem pelo menos um freio sólido, conhecido como lei de Lyman: se o segundo elemento já contém uma obstruinte sonora, o rendaku normalmente fica bloqueado. É por isso que 春 (はる) + 風 (かぜ) continua 春風 はるかぜ em vez de virar ×はるがぜ: かぜ já tem um ぜ. Fora isso, se um composto específico sonoriza ou não é em boa medida questão lexical, então o conselho honesto é: espere pelo rendaku, reconheça-o quando ouvir e aprenda a palavra real.

A geminação, o pequeno っ. Quando uma leitura on'yomi terminada em く, ち ou つ é seguida de outra leitura on'yomi que começa por consoante surda, essa terminação se contrai em um pequeno っ e o som seguinte costuma endurecer. 学 (がく) + 校 (こう) → 学校 がっこう, e não ×がくこう. O mesmo processo dá:

Isso importa tanto para ouvir quanto para ler: a pausa do pequeno っ é um tempo real e medido dentro do japonês, e errar nela muda a palavra. Se você ainda não treinou isso, o guia de pronúncia explica como sustentá-la direito.

6. Jukujikun: palavras inteiras com leituras imprevisíveis

Algumas palavras são escritas com kanji escolhidos pelo significado, e a leitura pertence à palavra como unidade: não dá para repartir entre os caracteres. São os 熟字訓 (じゅくじくん). Não há como deduzir 今日 = きょう atribuindo sons a 今 e a 日 separadamente; o composto inteiro se lê きょう e pronto. Estes são os que você vai encontrar mais cedo e com mais frequência:

PalavraLeituraSignificado
今日きょうhoje
明日あした (também あす)amanhã
昨日きのうontem
今朝けさhoje de manhã
今年ことしeste ano
大人おとなpessoa adulta
一人ひとりuma pessoa, sozinho
二人ふたりduas pessoas
上手じょうずhabilidoso, bom em algo
下手へたdesajeitado, ruim em algo
果物くだものfruta
眼鏡めがねóculos
時計とけいrelógio
八百屋やおやquitanda
田舎いなかo interior, a terra natal
梅雨つゆa estação das chuvas

Repare em quantas delas são vocabulário de iniciante absoluto: 今日, 明日, 昨日, 一人, 二人, 上手 e 下手 aparecem todas nas primeiras semanas de estudo e na lista de palavras do N5. Não é azar; em qualquer língua, as palavras mais irregulares costumam ser as mais frequentes, porque a frequência as protege de serem regularizadas. O lado bom é que elas chegam cedo, você as usa o tempo todo e elas param de parecer irregulares bem rápido.

Há uma categoria aparentada que vale sinalizar: os nomes próprios. Os nomes de pessoa e de lugar usam leituras (名乗り, なのり) que nem sempre estão disponíveis para o vocabulário comum, e um mesmo sobrenome escrito igual pode ser lido de duas maneiras diferentes em duas famílias diferentes. Os formulários japoneses trazem de rotina um campo de furigana exatamente por isso. Não encare como fracasso do seu estudo de kanji o fato de não conseguir ler um nome: muitas vezes até um falante nativo precisa perguntar.

7. Números e classificadores: uma zona especial

Os números merecem a própria etiqueta de advertência, porque quebram a divisão arrumadinha entre on'yomi e kun'yomi de um jeito que nada mais consegue. Vários algarismos têm duas ou três leituras concorrentes, e qual delas aparece depende do classificador que vem atrás — às vezes por razões de eufonia que remontam a séculos.

Aqui não existe atalho, e tentar deduzi-los a partir de regras é perder tempo. Os classificadores se aprendem como padrões sonoros: diga-os em voz alta em sequência até o ritmo sair sozinho. O guia dos classificadores percorre os principais como se deve, inclusive qual classificador vai com qual tipo de objeto.

8. Aprenda as leituras dentro de palavras, nunca como listas

Esta é a conclusão prática para a qual o guia inteiro vinha apontando. Um cartão de kanji que diz「生 — セイ、ショウ、い(きる)、う(まれる)、は(える)、なま、き」é tecnicamente exato e quase inútil. Você não consegue produzir uma frase com ele, não consegue reconhecer o caractere em um texto por causa dele, e revisá-lo custa o mesmo que revisar cinco palavras de verdade.

Aprenda, no lugar disso, 学生 (がくせい, estudante), 先生 (せんせい, professor), 生まれる (うまれる, nascer) e 誕生日 (たんじょうび, aniversário) como quatro entradas de vocabulário separadas. Você leva quatro palavras utilizáveis, e as leituras de 生 chegam como subproduto, corretamente ligadas aos contextos em que valem. Depois de vinte ou trinta palavras assim, você vai começar a acertar compostos novos — 生活, 人生, 一生 — porque terá interiorizado uma distribuição em vez de uma lista. É exatamente assim que os falantes nativos adquirem tudo isso.

Duas coisas fazem essa abordagem funcionar melhor na prática:

  1. Agrupe as palavras que compartilham um kanji. Quando encontrar 校 em 学校, olhe 高校 (こうこう, ensino médio) e 校長 (こうちょう, diretor de escola) na mesma sessão. A leitura コウ compartilhada ganha três âncoras em vez de uma, com custo adicional quase nulo. Anotar de passagem as palavras que compartilham um caractere, conforme você as encontra, já basta para criar o hábito.
  2. Espace as revisões. As leituras são justamente aquele tipo de vínculo arbitrário entre som e símbolo que se perde rápido e se recupera barato: o caso de uso clássico da repetição espaçada. Coloque as palavras no seu baralho de revisão; o guia de repetição espaçada explica como ajustar os intervalos para você não reaprender a mesma leitura toda semana.

Para você ter noção da escala: a lista dos 常用漢字 (じょうようかんじ) — os caracteres designados para o uso cotidiano — contém 2.136 caracteres, e a maioria tem duas ou mais leituras. Encarado como tabela de leituras, isso é uma quantidade brutal de memorização. Encarado como vocabulário, é simplesmente o que acontece quando você aprende alguns milhares de palavras, coisa que você ia fazer de qualquer jeito. Avançar nível a nível pelo módulo JLPT ou pelo módulo de vocabulário básico constrói a mesma cobertura sem nunca transformar as leituras na unidade de estudo.

9. O que fazer com um kanji que você não consegue ler

Isso vai continuar acontecendo por anos, então vale ter uma rotina em vez de uma sensação de derrota.

  1. Chute pelo componente fonético. Cerca de metade dos kanji são compostos fonossemânticos: uma parte aponta para o significado e a outra para o som. Uma vez que você sabe que 青 é セイ, tem boas chances de acertar 晴 (せい, como em 晴天 せいてん), 清 (せい, 清潔 せいけつ) e 精 (せい, 精神 せいしん). Uma vez que você sabe que 交 é コウ, tente 校 (こう) e 効 (こう). O truque é real, mas vaza: 寺 é ジ e dá 時 じ e 持 じ, e mesmo assim 待 é タイ. Use como primeiro palpite e depois confirme.
  2. Procure pelo radical. Se o caractere está impresso e você não consegue digitá-lo, identifique o radical e o número de traços e busque por aí. É o método mais antigo e continua sendo o mais confiável para o que está escrito à mão; o guia dos radicais percorre os componentes que vale a pena conhecer pelo nome.
  3. Desenhe o caractere. Todo teclado de celular traz entrada manuscrita, e os reconhecedores são tolerantes com a ordem dos traços. Rabiscar um caractere desconhecido costuma ser mais rápido do que buscar pelo radical, e o resultado dá para colar direto no dicionário.
  4. Leia o contexto antes do caractere. Se for um composto de dois kanji e você conhecer uma metade, muitas vezes dá para delimitar o significado o bastante para continuar lendo. Ler com fluência significa tolerar buracos; parar em cada caractere desconhecido é o jeito como as pessoas abandonam o primeiro romance.
  5. Anote como palavra, não como caractere. Quando finalmente for procurar, guarde a palavra inteira com a leitura e um exemplo, não o kanji isolado. É o mesmo princípio da seção 8, aplicado no momento em que ele mais importa.

Um último consolo sobre até onde as regras levam você. Em uma frase típica de jornal, a regra dos substantivos compostos e a regra do okurigana preveem juntas, e corretamente, a leitura da maioria dos caracteres. O resíduo — os jukujikun, os classificadores, os nomes próprios, o composto inexplicável de vez em quando — é real, mas é uma lista finita e não uma névoa infinita, e seus membros mais frequentes estão todos na seção 6 acima. Se você consegue ler o cardápio de um restaurante, já lida com parte disso sem pensar: os cardápios são um bom lugar de baixo risco para ver essas regras operando sobre texto real, porque os mesmos cinquenta e poucos kanji de comida reaparecem sem parar nos dois modos de leitura.

Os compostos levam on'yomi, o okurigana significa kun'yomi, o rendaku e o pequeno っ explicam quase todo o resto, e os irregulares cabem em uma única tabela. Pare de memorizar listas de leituras e comece a colecionar palavras: construa-as nível a nível ou entre em uma sessão de estudo e deixe que as leituras grudem sozinhas em vocabulário que você consegue realmente usar.